sábado, 29 de julho de 2017

Nas redes do amor






Vagueei por esse mundo fora
Como borboletas libertas do casulo
Duas asas pousam em minhas mãos protegendo redes colocada em verdes campos 
Balizas transformadas em gaiolas
Pela velocidade da força de um tiro certeiro
Delicada mas mortal rebolo sobre o instinto na defesa de um gesto teu
Sou prisioneiro durante o jogo rasgo o pensamento do colecionador prolongando a metamorfose  em flamingo 
Sou as asas da perseguição que batem em meus ombros quando capturada para coleção
Da lagarta feia e incógnita  fica a passagem do casulo entre um segredo 
Perseguida ela foge  mas sempre em minhas mãos ficas
Guardião de prisioneiros me transformo num sonho de desejos 
Feliz por realizar o teu sorriso
Guarda redes a voz da segurança com a certeza na esperança
Numa nuvem de borboletas pairam na trave do impossível 
Dizendo a Deus ... obrigado pela tuas asas